Eu tenho que parar com isso. Deixar fluir e não ficar quebrando a cabeça , fazer no meu coração um nó e nos meus ouvidos por um tampão pra poder não sentir, não ouvir e nem me precipitar.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
(Anna senta num café, pega seu maço de cigarros)
Anna: Droga, meu isqueiro acabou logo agora.
(O cara da mesa ao lado levanta-se e diz)
Brian: Quer que eu acenda?
Anna: Ah… Obrigada!
Brian: Posso me sentar?
Anna: Sim…
Brian: Marlboro light, seu preferido, não é?
Anna: É sim.
Brian: Você continua linda.
(Silêncio)
Anna: Não te conheço de algum lugar?
Brian: Talvez…
Anna: Qual seu nome?
Brian: Meu nome é Brian.
Anna: Realmente me é familiar.
Brian: O mundo é pequeno, Anna…
Anna: Como sabe meu nome?
Eu devo te conhecer, é que desde…
Brian: Desde o seu acidente?
Anna: Você tem uma bola de cristal ai?
Brian: Não, não. (Risos) Reparei na sua cicatriz.
Anna: Ah… É que desde o meu acidente, não consigo lembrar de alguns lugares ou pessoas.
Brian: Entendo…
Anna: Então… Eu… Eu te conheço?
Brian: Eu costumava ser seu namorado
Anna: Droga, meu isqueiro acabou logo agora.
(O cara da mesa ao lado levanta-se e diz)
Brian: Quer que eu acenda?
Anna: Ah… Obrigada!
Brian: Posso me sentar?
Anna: Sim…
Brian: Marlboro light, seu preferido, não é?
Anna: É sim.
Brian: Você continua linda.
(Silêncio)
Anna: Não te conheço de algum lugar?
Brian: Talvez…
Anna: Qual seu nome?
Brian: Meu nome é Brian.
Anna: Realmente me é familiar.
Brian: O mundo é pequeno, Anna…
Anna: Como sabe meu nome?
Eu devo te conhecer, é que desde…
Brian: Desde o seu acidente?
Anna: Você tem uma bola de cristal ai?
Brian: Não, não. (Risos) Reparei na sua cicatriz.
Anna: Ah… É que desde o meu acidente, não consigo lembrar de alguns lugares ou pessoas.
Brian: Entendo…
Anna: Então… Eu… Eu te conheço?
Brian: Eu costumava ser seu namorado
“Jô Soares: Mas na infância você pensava que era o que ?
Cesar Polvilho: Eu pensava que era viado.
Jô Soares: KKKKKKKKKKKKKKKKKKK Por que você pensava que era viado ?
Cesar Polvilho: Porque eu era viado, Jô. Nada contra quem é viado. Mas eu era viado.. desde os 3 anos eu queria fazer teatro (eu não lembro disso, minha mãe quem disse)… eu imitava a Daniela Mercury, eu era viado, eu era muito viado… mas é porque eu não sabia o que era viado ainda, mas eu era.
Jô Soares: E quando você deixou de ser viado ?
Cesar Polvilho: Quando eu descobri o que viado faz. “
Cesar Polvilho: Eu pensava que era viado.
Jô Soares: KKKKKKKKKKKKKKKKKKK Por que você pensava que era viado ?
Cesar Polvilho: Porque eu era viado, Jô. Nada contra quem é viado. Mas eu era viado.. desde os 3 anos eu queria fazer teatro (eu não lembro disso, minha mãe quem disse)… eu imitava a Daniela Mercury, eu era viado, eu era muito viado… mas é porque eu não sabia o que era viado ainda, mas eu era.
Jô Soares: E quando você deixou de ser viado ?
Cesar Polvilho: Quando eu descobri o que viado faz. “
domingo, 19 de dezembro de 2010
VALE MUITO A PENA LER!
“Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia. Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não frequentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.
A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão: Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o último a entrar em sala de aula, e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.
O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição: ‘Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o porquê daquela CICATRIZ.’
A turma concordou, e no dia em que o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:
— Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri: ‘Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade… — a turma estava em silêncio atenta à tudo. O menino, então continuou: — Além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida. — Silêncio total em sala. — Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora. Havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente… Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chamas. Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha. Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar. Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito… Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto… — A turma estava quieta atenta ao que o menino dizia, e envergonhada então o menino continuou. — Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.’
Vários alunos choravam, sem saberem o que dizerem ou fazerem, mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.”
“Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia. Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não frequentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.
A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão: Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o último a entrar em sala de aula, e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.
O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição: ‘Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o porquê daquela CICATRIZ.’
A turma concordou, e no dia em que o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:
— Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri: ‘Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade… — a turma estava em silêncio atenta à tudo. O menino, então continuou: — Além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida. — Silêncio total em sala. — Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora. Havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente… Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chamas. Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha. Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar. Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito… Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto… — A turma estava quieta atenta ao que o menino dizia, e envergonhada então o menino continuou. — Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.’
Vários alunos choravam, sem saberem o que dizerem ou fazerem, mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.”
sábado, 18 de dezembro de 2010
amizade, algo que nem o ódio consegue destruir.
Amizade verdadeira, a gente sente. Eu posso ficar três vida sem trombar, que nóiz é amigo pra sempre!
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Eu acho difícil estar apaixonada. Isso é porque eu nao quis me apaixonar. Eu me recusei a deixar minhas paredes caírem. Eu estava com medo de me machucar. Uma vez que voce se abre para alguém, há uma chance de que as coisas não sairão do jeito que você esperava, e você vai ficar machucada. Eu não estava pronta para me sentir vazia, ainda não.”
Era necessidade, algo fora do comum, eu precisava de você comigo novamente. Eu sentia sua falta o todo tempo, era constante isso. A dor de não te ter para mim era algo que não saia do meu peito, isso matava o meu coração e me deixava sufocada. Não encontrava mais maneiras para viver, e foi aí que você voltou, fazendo tudo ter algum valor novamente. O meu sorriso voltou permanecer nos lábios, ainda mais quando eu te via e abria aquele sorriso mais bobo. Os meus sonhos começaram a ter finais felizes, e voltei a acreditar neles. A vida teve o valor ideal para mim, a felicidade voltou, pois só encontro felicidade nas coisas que você está junto.
Era necessidade, algo fora do comum, eu precisava de você comigo novamente. Eu sentia sua falta o todo tempo, era constante isso. A dor de não te ter para mim era algo que não saia do meu peito, isso matava o meu coração e me deixava sufocada. Não encontrava mais maneiras para viver, e foi aí que você voltou, fazendo tudo ter algum valor novamente. O meu sorriso voltou permanecer nos lábios, ainda mais quando eu te via e abria aquele sorriso mais bobo. Os meus sonhos começaram a ter finais felizes, e voltei a acreditar neles. A vida teve o valor ideal para mim, a felicidade voltou, pois só encontro felicidade nas coisas que você está junto.
Era necessidade, algo fora do comum, eu precisava de você comigo novamente. Eu sentia sua falta o todo tempo, era constante isso. A dor de não te ter para mim era algo que não saia do meu peito, isso matava o meu coração e me deixava sufocada. Não encontrava mais maneiras para viver, e foi aí que você voltou, fazendo tudo ter algum valor novamente. O meu sorriso voltou permanecer nos lábios, ainda mais quando eu te via e abria aquele sorriso mais bobo. Os meus sonhos começaram a ter finais felizes, e voltei a acreditar neles. A vida teve o valor ideal para mim, a felicidade voltou, pois só encontro felicidade nas coisas que você está junto.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Abro os meus olhos e vejo você deitada do meu lado
Eu não consigo expressar o que eu sinto não importa o que eu falo
Não sei contar até o número que expressa o quanto eu te amo
Mas sei quantas coisas boas cê trouxe pra mim esse ano
Esse é o segundo ano, já temos centenas de planos
Milhares de cenas vistas, milhões de acertos e enganos
Mas, nada que possa atrapalhar nosso futuro
Pois o que fere a minha alma com o seu amor eu curo
O amor que cê me der ainda te devolvo com juros
E juro sobre as minhas juras no que precisar eu te ajudo
Se a luz deixar o seu caminho eu aprendo a enxergar no escuro
Vou na cara e na coragem, sem espada e sem escudo
Não é macumba isso é encanto em dose pura pro meu espanto
Você é um colírio pros meus olhos, minha cura prum dia insano
Já que as cores vão surgindo num quadro, vamô pintando
Quando eu falo em casamento, princesa, eu não tô brincando
Eu não consigo expressar o que eu sinto não importa o que eu falo
Não sei contar até o número que expressa o quanto eu te amo
Mas sei quantas coisas boas cê trouxe pra mim esse ano
Esse é o segundo ano, já temos centenas de planos
Milhares de cenas vistas, milhões de acertos e enganos
Mas, nada que possa atrapalhar nosso futuro
Pois o que fere a minha alma com o seu amor eu curo
O amor que cê me der ainda te devolvo com juros
E juro sobre as minhas juras no que precisar eu te ajudo
Se a luz deixar o seu caminho eu aprendo a enxergar no escuro
Vou na cara e na coragem, sem espada e sem escudo
Não é macumba isso é encanto em dose pura pro meu espanto
Você é um colírio pros meus olhos, minha cura prum dia insano
Já que as cores vão surgindo num quadro, vamô pintando
Quando eu falo em casamento, princesa, eu não tô brincando
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
O amor me chamou pra um outro lado e eu fui atrás dele.
Eu pensei que se eu não fosse, a minha vida inteira ia ser assim.
Vida de tristeza, vida de quem quis de corpo e alma e mesmo assim não fez.
Daí eu fui. Eu fui e vou, toda vez que o amor me chamar, vocês entendem?
Como um cachorrinho, mas coroada como uma rainha."
Vida de tristeza, vida de quem quis de corpo e alma e mesmo assim não fez.
Daí eu fui. Eu fui e vou, toda vez que o amor me chamar, vocês entendem?
Como um cachorrinho, mas coroada como uma rainha."
- Kate: Sabe o que me deixa com raiva, é que eu passei o fim de semana inteiro me abrindo com você mas não sei nada da sua vida!- Nick: Eu sou alérgico a amaciante, me formei em Literatura Comparada, odeio anchovas, e sentiria saudade sua até mesmo sem te conhecer , agora você sabe muita coisa sobre mim !
sábado, 11 de dezembro de 2010
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